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sábado, 10 de dezembro de 2011

Uma aventura em casa assombrada

O Alberto era uma criança muito faladora, até mesmo quando estava a jantar. Falava, tornava a falar e a mãe dizia que ele era um grande tagarela.
Um dia viu uma casa muito estranha. Era uma casa assombrada. Encontrou dentro da casa esqueletos, bruxas, fantasmas, morcegos, vampiros, diabos e outros monstros. O monstro mais perigoso era o drácula.
O drácula viu o Alberto e disse:
- Queres lutar comigo?
- Não!. Lutar é muito perigoso.
O drácula ficou furioso e o Alberto começou a correr com medo. Quando chegou cá fora, pensou em não voltar mais à casa assombrada.
Francisco Carvalho

O menino mentiroso

Era uma vez um menino muito mentiroso. Foi brincar para casa do seu melhor amigo.
Assim que chegou disse:
- Está um homem no jardim a tirar a tua bicicleta.
O amigo foi  ver o que se passava, mas não viu ninguém e a bicicleta encontrava-se no mesmo lugar.
- Tu és um grande mentiroso. Mentir é muito feio! disse o amigo muito zangado.
No dia seguinte, foram para a escola e, mais uma vez ele mentiu. Mentia a toda a gente.
Mais tarde, acabou por ficar sem amigos, pois ninguém queria brincar com ele.
- Não posso mentir mais! disse o menino muito triste. Não tenho ninguém para brincar.
Aos poucos, voltou a ter amigos porque, a partir desse dia, começou a dizer que mentir era muito feio e ninguém gosta de meninos mentirosos.
É uma lição em que todas as pessoas deviam pensar um pouco. Mentir só prejudica a amizade das pessoas.
Tomás Miguel Lopes (3.º ano)

O caracol e a Alice

Num dia de outono uma menina foi abrir a torneira da água. Junto à torneira, a Alice viu um caracol azul. Ele estava cheio de frio.
A Alice ficou admirado por ver um caracol vestido e perguntou-lhe:
- Por que estás vestido?
- Aqui na mata do Buçaco cai neve e faz muito frio!
A Alice gostou muito do caracol e ficou muito espantada, porque ele era muito engraçado.
Eles ficaram amigos e a Alice, todos os dias, iria encontrar-se com o caracol maravilhoso e fazer alguns passeios pela mata.
O caracol ficou muito satisfeito por ter uma grande amiga na mata do Buçaco, que era a minina Alice.
Bernardo

terça-feira, 1 de novembro de 2011

A dor de dentes do Capuchinho Vermelho

     Era uma vez uma menina chamada Capuchinho Vermelho
      A mãe e a avó gostavam muito das crianças da aldeia. Então, faziam doces para todas as crianças.
     Um dia, a avó do Capuchinho Vermelho estava tão atarefada que mandou uma mensagem à mãe, que dizia:
     - Estou muito atarefada a fazer doces. Preciso que mandes a Capuchinho Vermelho com doces.
      Ao ler a mensagem a mãe disse:
     - Capuchinho Vermelho, preciso que leves um cesto de doces à tua avó que tem muitas pessoas à porta  a pedir doces.
     - Está bem, mãe. Levo os doces e não posso provar um doce?
    - Não!!!... Disse a mãe.
    A Capuchinho Vermelho seguiu o seu caminho para casa da avó, mas a Capuchinho Vermelho muito gulosa ia comendo um docinho pelo caminho.
     Ao chegar a casa da avó, tinha uma dor de dentes e tinha comido os doces todos que levada no cestinho.
     A avó ao ver a menina, decidiu chamar o doutor Lobo.
     Quando o doutor Lobo chegou a casa da avó da Capuchinho Vermelho, viu os dentes e disse-lhe:
      - Capuchinho Vermelho tens de lavar os dentes!
     - Não quero lavar os dentes.
       A avó disse:
      - Tens que lavar para a dor te desaparecer.
       - Está bem, avó. Vou lavar já.
      Depois de lavar os dentes, disse:
      - Avó, por que em vez de dar doces às crianças, não damos fruta?
      - Acho uma boa ideia! Disse o doutor Lobo.
      A partir desse momento, a família da Capuchinho Vermelho começou a dar fruta às crianças e, todas elas passaram a ter uma alimentação saudável.
Gabriela ( 3.º ano)