Era uma vez uma nuvem que era muito má. Andava sempre mal disposta e, então descarregava muita água para a terra e para cima das pessoas.
Um dia, apareceu o sol no céu.
O sol perguntou:
- Nuvem, por que és tão má? Por que deitas tanta água?
A nuvem respondeu:
- Sou má,porque não tenho amigos e como sou a nuvem mais nova, todos os meus irmãos se riem de mim.
- Amiga nuvem, tens de ser mais alegre e fazer mais amigos.
- Vou tentar. Tu vais ajudar-me e queres ser minha amiga?
- Claro, nuvem!. Vou ser uma grande amiga.
Então a nuvem começou a fazer mais amigos com a ajuda do sol.
Assim, a nuvem e o sol fizeram muitos amigos e começaram a viver felizes.
Gabriel José (2.º ano)
Somos os alunos do 3º ano da EB1 de Figueira de Lorvão. Este é o nosso jornal escolar.
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quinta-feira, 23 de junho de 2011
O Pedro não gosta do mar
Era uma vez um menino chamado Pedro.
O Pedro não gostava do mar, porque era frio.
Um dia, o Pedro foi à praia.
O pai disse:
- Vem para a água, Pedro!
- Não gosto, pai. A água está fria. Respondeu o Pedro.
- Vem experimentar. Vais gostar.
- Está bem.
O Pedro foi experimentar a água. Pôs um pé, pôs o outro e gostou muito de ficar com os pés na água.
- Afinal não está fria, pai! Que divertido estar na água, que bom!
- Anda brincar comigo. Disse o pai.
A partir desse dia, o Pedro passou a gostar da água do mar.
Tomás (2.º ano)
O Pedro não gostava do mar, porque era frio.
Um dia, o Pedro foi à praia.
O pai disse:
- Vem para a água, Pedro!
- Não gosto, pai. A água está fria. Respondeu o Pedro.
- Vem experimentar. Vais gostar.
- Está bem.
O Pedro foi experimentar a água. Pôs um pé, pôs o outro e gostou muito de ficar com os pés na água.
- Afinal não está fria, pai! Que divertido estar na água, que bom!
- Anda brincar comigo. Disse o pai.
A partir desse dia, o Pedro passou a gostar da água do mar.
Tomás (2.º ano)
A gotinha de água e o cravo
Num dia de Primavera, o céu estava coberto de nuvens cinzentas e começou a cair umas gotinhas de água.
Uma gotinha de água tinha caido em cima de uma folha de um cravo.
O cravo disse:
- Olha, como te chamas?
- Chamo-me Gotinha de água. E tu como te chamas?
- Chamo-me cravo. Queres ser minha amiga, Gotinha de água?
- Sim, quero.
Tornaram-se muito amigos. Passado um momento, a Gotinha de água tinha ido embora, foi ter com as suas amigas gotinhas.
Ela gostou tanto do cravo, que falou dele para todas as suas amigas.
Então a Gotinha de água e as suas amigas foram visitar o amigo cravo.
- Oh!... o cravo não está cá?!...
Procurarm o cravo. Finalmente, encontraram-no num vaso, numa linda casa onde vivia uma menina chamada Joaninha.
Inês (2.º ano)
Uma gotinha de água tinha caido em cima de uma folha de um cravo.
O cravo disse:
- Olha, como te chamas?
- Chamo-me Gotinha de água. E tu como te chamas?
- Chamo-me cravo. Queres ser minha amiga, Gotinha de água?
- Sim, quero.
Tornaram-se muito amigos. Passado um momento, a Gotinha de água tinha ido embora, foi ter com as suas amigas gotinhas.
Ela gostou tanto do cravo, que falou dele para todas as suas amigas.
Então a Gotinha de água e as suas amigas foram visitar o amigo cravo.
- Oh!... o cravo não está cá?!...
Procurarm o cravo. Finalmente, encontraram-no num vaso, numa linda casa onde vivia uma menina chamada Joaninha.
Inês (2.º ano)
A joaninha e a borboleta
Era uma vez uma joaninha que vivia num bosque muito bonito. Enquanto ela passeava encontrou uma borboleta com muitas cores a brilhar.
A joaninha disse à borboleta:
- Queres vir a minha casa beber um chá?
- Sim e até podemos conversar. Boa ideia!
Lá foram para a casa da joaninha. Conversaram muito. Entretanto a joaninha lembrou-se do chá.
- Vou fazer o chá. Daqui a cinco minutos está feito.
A joaninha e a borboleta beberam o chá, de que gostaram muito.
Chegou a noite e a joaninha convidou a borboleta para dormir em casa dela.
A borboleta aceitou o convite.
Assim, a joaninha e a borboleta ficaram felizes por o dia ser tão divertido.
Catarina (2.º ano)
A joaninha disse à borboleta:
- Queres vir a minha casa beber um chá?
- Sim e até podemos conversar. Boa ideia!
Lá foram para a casa da joaninha. Conversaram muito. Entretanto a joaninha lembrou-se do chá.
- Vou fazer o chá. Daqui a cinco minutos está feito.
A joaninha e a borboleta beberam o chá, de que gostaram muito.
Chegou a noite e a joaninha convidou a borboleta para dormir em casa dela.
A borboleta aceitou o convite.
Assim, a joaninha e a borboleta ficaram felizes por o dia ser tão divertido.
Catarina (2.º ano)
A Gata Gatilde
Era uma vez uma gata chamada Gatilde.
A Gatilde era cor de rosa e muito bonita.
Uma vez a Gatilde ficou triste e a dona levou-a ao doutor Noé. Ela viu cães malhados e teve muito medo e fugiu pela janela da casa do doutor Noé. Ela saltou de telhado em telhado e foi para casa.
A sua dona, quando chegou a casa, viu que a Gatilde já não estava doente.
Os amigos da Gatilde apareceram para a ver. A Gatilde ficou muito contente, quando viu os amigos ao seu lado e começou a contar as estórias do doutor Noé.
Diogo Miguel (2.º ano)
A Gatilde era cor de rosa e muito bonita.
Uma vez a Gatilde ficou triste e a dona levou-a ao doutor Noé. Ela viu cães malhados e teve muito medo e fugiu pela janela da casa do doutor Noé. Ela saltou de telhado em telhado e foi para casa.
A sua dona, quando chegou a casa, viu que a Gatilde já não estava doente.
Os amigos da Gatilde apareceram para a ver. A Gatilde ficou muito contente, quando viu os amigos ao seu lado e começou a contar as estórias do doutor Noé.
Diogo Miguel (2.º ano)
quinta-feira, 17 de março de 2011
O Salito
Era uma vez um cristal de sal chamado Salito. Ele estava numa salina muito preocupado, porque não tinha água. a água tinha evaporado.
De repente, apareceu muita água em cima do Salito e dos outros cristais de sal, que eram os seus amigos.
O Salito ficou muito contente, porque sabia que ía crescer e também conversar com os amigos.
- Olha lá, porque é que a água que está em cima de nós evapora?
- A água evapora por causa da energia dos raios solares.
- Bem, já entendi. Queres brincar?
- Está bem. Então vamos brincar a quê?
- Vamos brincar às apanhadas. Fico eu a apanhar.
Lá foram eles brincar. Brincaram, brincaram, que nem se aperceberam que estava a ficar de noite.
- Ai! É noite! Vamos para a nossa cama?
- Está bem. Até amanhã. As nossas aventuras, por hoje, acabaram.
Adormeceram e dormiram muito bem, para no dia seguinte começar com nova vida.
Gabriela (2.º ano)
O cão abandonado
Era uma vez uma que andava muito triste, porque não tinha dono.
O cão era castanho claro, fofinho e muito magrinho. Ele tinha sido abandonado na rua. Andava com muita fome.
Um dia, uma menina chamada Ana apanhou-o e levou-o para casa. Quando chegou a casa começou a cuidar dele.
A Ana perguntou à mãe se podia ficar com o cãozinho. A mãe disse que sim, porque não se deve abandonar assim os animais.
Então, a Ana começou a dar-lhe comida. Ele começou a comer e ficou mais gordinho. O cãozinho já brincava com a Ana.
O cãozinho ficou muito contente, porque já tinha uma dona que o acarinhava e brincava com ele. Assim. ele sentiu-se muito feliz.
Luis Diogo (2.º ano)
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
O galo e o avô
Era uma vez um galo muito colorido e muito vaidoso que andava a passear com o avô, no jardim.
De repente o galo vaidoso perdeu-se do avô. Então o avô foi procurá-lo. Lá o encontrou e colocou-o dentro da capoeira.
O galo ficou muito triste por ter ficado preso na capoeira.
Mais tarde, o avô foi ver o galo e pôs-lhe a comida. O avô viu que o galo estava a dormir.
No dia seguinte, foi ver o galo. Ele não tinha comido e continuava a dormir. O avô foi-se embora e deixou o galo a dormir.
Lara Sofia (2.º ano)
De repente o galo vaidoso perdeu-se do avô. Então o avô foi procurá-lo. Lá o encontrou e colocou-o dentro da capoeira.
O galo ficou muito triste por ter ficado preso na capoeira.
Mais tarde, o avô foi ver o galo e pôs-lhe a comida. O avô viu que o galo estava a dormir.
No dia seguinte, foi ver o galo. Ele não tinha comido e continuava a dormir. O avô foi-se embora e deixou o galo a dormir.
Lara Sofia (2.º ano)
O galo e a galinha
O galo do Martim vivia numa capoeira que havia na quinta. também havia na capoeira uma galinha muito bonita.
O galo era mau e mal - educado mas gostava muito da galinha. Ela tinha uma crista cor de fogo.
Um dia, a galinha apaixonou-se pelo galo. O tempo foi passando. Chegou o dia do casamento. Foi um dia muito bonito com uma festa linda.
Passado uns meses a galinha pôs no seu ninho sete ovinhos. Deles nasceram sete pintainhos. Três eram amarelinhos, um preto, dois branquinhos e um era igual à mãe.
Então o galo, a galinha e os pintainhos começaram a brincar na quinta. Era uma família feliz.
Bernardo (2.º ano)
O galo era mau e mal - educado mas gostava muito da galinha. Ela tinha uma crista cor de fogo.
Um dia, a galinha apaixonou-se pelo galo. O tempo foi passando. Chegou o dia do casamento. Foi um dia muito bonito com uma festa linda.
Passado uns meses a galinha pôs no seu ninho sete ovinhos. Deles nasceram sete pintainhos. Três eram amarelinhos, um preto, dois branquinhos e um era igual à mãe.
Então o galo, a galinha e os pintainhos começaram a brincar na quinta. Era uma família feliz.
Bernardo (2.º ano)
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